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![]() A defesa dos direitos linguísticos e de soluções reais para a cidadania do Eu-Návia articulará a proposta programática do PTO Partido da Terra designou um Representante Geral ante a Junta Eleitoral do Principado das Astúrias como passo prévio para a apresentação de uma candidatura própria às eleições à Junta Geral de 25 de março. A Televisão do Principado das Astúrias informou hoje sobre a intenção do PT de concorrer por primeira vez na circunscrição Ocidental, procurando a defesa dos interesses das comunidades lusófonas da Terra Eu-Návia. A candidatura do PT será ultimada nos próximos dias e apresentada ainda nesta semana. O adianto das eleições no Principado, que se celebram apenas seis meses após dos anteriores comícios, foi um feito não esperado polo PT. Mesmo assim, e sem tempo para estabelecer uma estrutura sólida na região, a apresentação da candidatura tem uma grande importância simbólica para além de qualquer consideração puramente eleitoralista. O Partido da Terra Eu-Návia tornará pública a candidatura e programa na primeira semana de março, junto com uma página própria na rede. O PT disponibilizou também hoje uma página no Facebook onde serão publicitadas as informações da candidatura nas próximas semanas. PT prepara candidatura polo Eu-Návia para as eleições asturianas |
| Estos usuarios dan las gracias a Chuck Norris por su mensaje: | ||
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| Preséntanse tambén en Portugal? |
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| Creo que el BNG también tiene intención de presentarse por allí algún día. En esa zona de Asturias lo tienen muy crudo los galleguistas, pero que muy crudo. De saber lo crudo que lo tienen, no se les ocurriría presentarse. Allí, es cierto que tienen un habla de transición muy parecida al gallego (o incluso podría calificarse de un dialecto del gallego). Eso sí, por allí que yo sepa todos tienen claro que a un lado del EO son asturianos y del otro gallegos, y no hay más que hablar. Los del PT ese, casi parecen lusistas, lo digo por el cuasi ilegible texto que abre el hilo. |
| Estos 5 usuarios dan las gracias a Gubelkian por su mensaje: | ||
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Somos um partido ao serviço da Galiza, defendendo a sua identidade Vaya ostia que se van a llevar... Cuánto más hacia el oeste más hasta los cojones de las ansias expansionistas de algunos partidos gallegos, como te pongas muy tonto en esa zona insinuando que son gallegos igual acabas muy mal |
| Estos 9 usuarios dan las gracias a Mitsou por su mensaje: | ||
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| Doy fe de ello. Estos payasos no van a sacar ni media ![]()
__________________ IN HOC SIGNO TVETVR PIVS IN HOC SIGNO VINCITVR INIMICVS Haz click aquí para ver el "Spoiler" |
| Estos 3 usuarios dan las gracias a Don Pelayo por su mensaje: | ||
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| MENOS NACIONALISMO,E MAIS TRABALLAR Joder,siempre dando el coñazo con esas propuestas trasnochadas,En Asturias y en Galicia,Galicia,no Galiza,ni pollas,lo que se necesita es mentalidad abierta para poder estar entre los primeros,hay que dejarse de boberías del pasado,estamos en el 2012,somos parte de España,de Europa y del mundo,y ahí,es donde queremos estar,y no en manos de quién sólo piensa en volver la vista atrás.El que quiera viajar en el carro de las vacas,que lo haga,pero sin molestar al que mira a un futuro para su tierra y su gente. Cojones ya. |
| Estos 2 usuarios dan las gracias a Villaframileño por su mensaje: | ||
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| de parte de aviles METEOS EL BABLE POR EL CULO |
| Estos usuarios dan las gracias a FULANITODETALYCUAL por su mensaje: | ||
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| Lo peor es que precisamente el pasado dice que la Tierra de Eo-Navia es asturiana desde hace muchísimo. Y cuando digo muchísmo, estoy hablando de antes de que naciese el reino de Castilla y eso. Así que manda narices, reclamar galleguidad a una tierra que lleva siendo más de mil años asturiana. Tierra de Ribadeo - Wikipedia, la enciclopedia libre Antiguo concejo de Castropol - Wikipedia, la enciclopedia libre Comarca del Eo-Navia - Wikipedia, la enciclopedia libre Es lo que tiene basarse exclusivamente en criterios lingüisticos. La gente de allí no está claro que quiera ser gallega realmente, ni la historia apoya tal pretensión, pero claro por pedir que no quede... |
| Estos 2 usuarios dan las gracias a Alberto García por su mensaje: | ||
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| Tranquilo, hombre. El BNG ya ha dicho que no se presenta. Y si hay algún sitio en España que no cambiaría de autonomía aún siendo la de enfrente mucho más rica, sería desde luego esa zona. No por nada en particular, sino porque tienen claro quiénes son. Y gracias en parte al estado autonómico, la Xunta no puede meter las narices ahí porque no es territorio bajo su administración. Aunque el BNG tuviese mayoría absoluta en la Xunta. Es lo que hay. A mi me parecería bien que se presentasen, para presenciar el palo que se iban a llevar. Pero se ve que ellos han considerado que no les convenía gastar dinero a lo tonto en una derrota estrepitosa y anunciada. |
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![]() Proclamada a candidatura do Partido da Terra Eu-Návia Publicado a 15 de Fevereiro de 2012 Será a primeira vez que um partido centrado nos interesses da comarca concorra nas eleições à Junta Geral do Principado das Astúrias A Junta Eleitoral do Principado das Astúrias proclamou hoje a candidatura apresentada polo Partido da Terra para as eleições à Junta Geral do Principado das Astúrias que terão lugar no próximo 25 de março. A candidatura do Partido da Terra Eu-Návia é uma iniciativa plural, integrando de pessoas vinculadas a diferentes coletivos sociais, associações culturais e organizações políticas, a maioria sem ligação alguma com o próprio Partido da Terra para além do interesse por dinamizar um relacionamento normal de pessoas que partilham uma língua comum aquém e além do rio Eu. Assim, participam como independentes pessoas como Ánxel Suárez Alvarez, Luis González Blasco “Foz”, Daniel González Vázquez “Lavesedo” ou Alexandre Banhos. A candidatura tem uma forte componente simbólica, defendendo de forma pública, sem medo e sem complexos, a voz das pessoas comprometidas com os interesses e com a cultura da Terra Eu-Návia. Mesmo não contando com uma estrutura estável, o PT confia em que esta candidatura se transforme numa ferramenta útil para propor novas ideias para e desde o Eu-Návia. Por esse motivo, nas próximas semanas partilhará as suas propostas com associações vizinhais, culturais, ambientais e de defesa da língua do Eu-Návia, incorporando-as ao seu programa eleitoral. A candidatura do Partido da Terra quer ser um reconhecimento a toda a gente que tem trabalhado para a conservação do património material e imaterial da comarca, independentemente da sua cor política ou sentimento identitário. Mesmo sendo falada por aproximadamente 60% da população da comarca, no Eu-Návia existem graves prejuízos em relação à defesa do galego das Astúrias ou galego asturiano e, particularmente, em relação aos esforços por aproximar falantes da língua comum, sejam das Astúrias, da Galiza, de Portugal, do Brasil ou de qualquer outro território onde viva a nossa fala. O PT insiste na necessidade de acabar com a discriminação política e com os ataques mediáticos para que a multiciplicidade de realizações através das quais são sentidas e manifestadas as identidades das pessoas da comarca possa desenvolver-se em liberdade num quadro de tolerância, compreensão e respeito. Os promotores da candidatura reconhecem que é muito improvável que alcancem o apoio suficiente como para ter uma presença efetiva na Junta Geral do Principado. A dissolução do Eu-Návia numa circunscrição eleitoral que chega até as portas de Uviéu assim como o facto da circunscrição ocidental ter atribuídos apenas seis deputados reduz o seu peso político até a prática insignificância. No entanto, o PT observa com interesse a apresentação de outras candidaturas comarcais nas Astúrias, como a da AUSEVA-Red no Oriente, e procurará construir alianças para futuras convocatórias eleitorais. O programa do Partido da Terra Eu-Návia, que será lançado junto a uma página web específica no primeiro de março, apresenta um projeto democratizador, destinado a transformar o atual sistema parlamentar em outro verdadeiramente participativo e deliberativo. O programa tem como ponto de partida a necessidade das pessoas e das comunidades de recuperar a sua capacidade de decisão, a sua soberania. Por isso, defende o estabelecimento de fórmulas de participação política direta, propondo uma transformação radical da atual lei de paróquias rurais de forma que as comunidades possam dotar-se de uma plataforma deliberativa e decisória real de caráter assemblear. Defende-se que as paróquias e bairros tenham o maior número de competências possíveis e, entre elas, o direito a decidirem livremente as estruturas administrativas das que queiram fazer parte. Defende-se ainda a fusão dos atuais concelhos da Terra Eu-Návia em um só Concelho Comarcal, com competências para a gestão mancomunada dos serviços públicos que as paróquias integrantes queiram delegar. O Concelho Comarcal, que poderá contar com subáreas administrativas, facilitará a participação política paroquial e possibilitará a coordenação em matérias como as comunicações, saúde, educação, ambiente etc. O Eu-Návia deverá constituir ainda uma circunscrição eleitoral única para ter voz própria nas atuais instituições representativas do Principado das Astúrias. Propõe-se também a plena oficialidade do galego das Astúrias nos atuais concelhos da comarca e, eventualmente, nas paróquias constituintes do Concelho Comarcal, assim como a plena oficialidade da língua asturiana naquelas paróquias onde for patrimonial. A adequação dos limites administrativos da comarca será competência das paróquias que a integram, e poderão atender ou não a critérios linguísticos em função da sua livre escolha. Ao mesmo tempo, rechaçamos qualquer pretensão anexionista ou determinadora de identidades em função de critérios de língua, cultura ou história, defendendo o pleno direito das nossas comunidades a decidirem soberanamente sobre o seu futuro. Apoiamos com determinação a cooperação política e da sociedade civil para além das fronteiras administrativas, defendendo o reforço e estabelecimento de novos programas conjuntos para o desenvolvimento local, a dotação de serviços ou a conservação do patrimônio, tais como a Reserva da Biosfera do Rio Eu, Oscos e Terras de Burão, em evidente declive pola divergência de interesses entre as administrações para além e aquém do rio Eu. O programa do PT também quer por de manifesto a ausência de políticas pró-rurais do Principado, mais preocupado pola ordenação das grandes áreas metropolitanas, da siderurgia e da minaria, relegando o grave problema do abandono rural e da autêntica “desertificação” populacional do interior da comarca, responsável junto com a eucaliptização dos incêndios que assolam o território (o caso do Valhedor é apenas um exemplo). A aposta por projetos agressivos contra o ambiente (minaria de ouro, celulosa, …) ou o património (instalação de parques eólicos em zonas de alto valor arqueológico como o Chão de Samartim) é indicativo da desconexão entre as políticas públicas do Principado e um projeto sustentável para o futuro do Eu-Návia. Ligação: Página no Facebook do Partido da Terra Eu-Návia. |
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